
A tecnologia nas escolas deixou de ser uma tendência para se tornar uma realidade consolidada. A transformação digital nas escolas brasileiras, portanto, já é um fato.
Segundo a pesquisa Transformação Digital nas Escolas Particulares Brasileiras, realizada pela SchoolAdvisor com 589 profissionais de 487 escolas em 2024, 88% das instituições continuaram usando tecnologia como ferramenta após a pandemia. Além disso, 97% dos gestores acreditam que ampliar o uso de tecnologia pode beneficiar a escola.
A tecnologia já está no cotidiano escolar. Mas, ainda assim, isso não significa que sua implementação tecnológica esteja madura, tampouco que os profissionais se sintam completamente preparados para usá-la. E é aí que mora o grande desafio e, ao mesmo tempo, a grande oportunidade.
A pesquisa revela um dado relevante: apenas metade dos profissionais afirma ter total afinidade com tecnologia. Ou seja, 48,6% ainda não se sentem totalmente confortáveis com ferramentas digitais no dia a dia.
Além disso:
55% dos professores e times pedagógicos não têm total afinidade com tecnologia.
30% dizem que o uso de tecnologia aumenta o tempo de planejamento de aula.
5% afirmam não ter criatividade para fazer bom uso dos recursos.
A frequência média de treinamentos pedagógicos é baixa: 55% recebem formação apenas 1 a 2 vezes por ano e, além disso, 13% nunca recebem nenhum tipo de capacitação.
Esses dados mostram, portanto, que existe uma lacuna significativa entre o desejo de inovação e a capacidade real de aplicar a inovação.
Tecnologia nas escolas
Então, quando a escola investe em tecnologia sem investir proporcionalmente na formação dos times, as consequências aparecem rapidamente:
professores frustrados, que se sentem cobrados sem se sentir preparados.
investimentos que não mostram retorno.
experiências de aprendizagem pouco significativas para os alunos.
percepção negativa das famílias sobre o trabalho pedagó
desgaste da imagem e da reputação da instituiçã
Tanto que os próprios gestores reconhecem isso: 62% afirmam que a maior barreira para implementar tecnologia é que os docentes não têm afinidade suficiente com ela. Ou seja, o obstáculo não é a ferramenta, mas as pessoas, que precisam ser preparadas.

Sendo assim, as escolas precisam assumir a responsabilidade pela profissionalização dos times. Afinal, a adoção saudável da tecnologia só acontece quando os profissionais são acompanhados e formados continuamente. E isso, portanto, não é um “luxo”, mas uma necessidade estratégica para:
#1 Garantir qualidade pedagógica
Sem formação, a tecnologia educacional vira um acessório. Com formação, no entanto, ela vira:
apoio ao planejamento de aulas.
aliada na personalização da aprendizagem.
ferramenta para ampliar o repertório dos estudantes.
#2 Proteger a reputação da escola
As famílias valorizam a inovação, mas percebem quando ela é superficial. Por isso, quando professores usam mal uma ferramenta, os pais notam. Ou quando a escola promete tecnologia, mas não entrega, os pais notam também.
Assim, em um mercado altamente competitivo e com diferenciais cada vez mais parecidos, uma má implementação tecnológica pode prejudicar não apenas o resultado pedagógico, mas também a imagem institucional.
#3 Acompanhar a velocidade das mudanças
Os recursos evoluem muito rápido: inteligência artificial (IA), plataformas adaptativas, ferramentas de análise de dados e realidade aumentada, por exemplo. Nesse sentido, sem reciclagem constante, qualquer escola, independentemente do porte, fica para trás.
Sem dúvida, as famílias já perceberam essa mudança. A sociedade espera inovação. E os alunos, mais ainda.
Então, para que a tecnologia cumpra seu papel transformador, é fundamental que as escolas adotem estratégias estruturadas de apoio aos times. Algumas direções:
investir em capacitações contínuas, não apenas pontuais.
criar uma equipe de referência interna de tecnologia educacional.
envolver todos os setores.
ouvir os professores antes de cada nova implementação tecnológica.
avaliar continuamente o impacto dos recursos e do uso de tecnologia.
A tecnologia já é parte indissociável do ambiente escolar. Mas seu impacto depende diretamente de um fator: o preparo dos profissionais que a utilizam.
Este artigo foi oferecido pela SchoolAdvisor, um marketplace de escolas que conecta famílias a instituições de ensino e apoia escolas na divulgação e na captação de mais alunos.
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