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Liderança feminina na educação: o que Aspásia ensina sobre liderar escolas

Há datas que nos fazem desacelerar por alguns instantes e olhar para o mundo de forma diferente. O Dia das Mães é uma delas. Não apenas pela saudade — embora esta também faça parte, infelizmente —, mas pela capacidade que essa data tem de nos fazer notar aquilo que, no ritmo acelerado do cotidiano, passa quase despercebido: o quanto as mulheres sustentam, com cuidado, com inteligência e com uma presença muitas vezes silenciosa, estruturas inteiras que só funcionam porque elas estão lá. Talvez seja justamente nesse movimento mais silencioso que a liderança feminina na educação se revele com ainda mais força.

Porque, quando olhamos com atenção para as escolas, percebemos algo muito significativo: grande parte das estruturas que sustentam o cotidiano educacional brasileiro funciona graças à presença, ao cuidado, à inteligência e à capacidade de articulação de milhares de mulheres que lideram comunidades inteiras de aprendizagem todos os dias.

Homenagem do supersistema Diário Escola a todas as mães neste dia que celebra a maternidade e o amor.

Uma homenagem que nasceu de uma leitura

Curiosamente, essa reflexão surgiu enquanto eu lia o post “Licença-paternidade em 2026: entenda o que mudou e o que vem pela frente”, publicado pela Pompermaier – Contabilidade Empresarial aqui, no blogDE.

Um texto sobre direitos trabalhistas, sim. Mas também, nas entrelinhas, um texto sobre parentalidade, presença e transformação cultural. Ou seja, traz à reflexão algo ainda maior: a forma como a sociedade começa, lentamente, a compreender que cuidar também é uma forma de liderar.

Afinal, a ampliação da licença-paternidade — que aumentará progressivamente de 5 para até 20 dias corridos até 2029, conforme a Lei nº 15.371/2026 — representa o reconhecimento de algo que as mães já sabem há muito tempo: cuidar é um ato de liderança.

Foi esse pensamento que me trouxe até aqui, que me fez querer escrever sobre o protagonismo feminino nas escolas e sobre o quanto essa liderança, quando observada de perto, revela algo que vai muito além dos dados.

Portanto, neste Dia das Mães, a homenagem mais verdadeira que posso prestar é esta: reconhecer, com dados e com afeto, o protagonismo das mulheres que constroem a educação brasileira todos os dias.

Professoras. Diretoras. Coordenadoras. Gestoras. Mães. Professoras que também são mães. Mães que também são professoras.

 

E reconhecer, igualmente, os homens que estão ao lado — em sala de aula, na gestão e em casa —, tornando possível esse trabalho extraordinário.

 

Em resumo: liderança feminina na educação

A liderança feminina na educação contribui para a construção de escolas mais humanas, colaborativas e conectadas às pessoas. A história de Aspásia de Mileto, filósofa e intelectual da Grécia Antiga, inspira uma reflexão atual sobre liderança escolar, comunicação, diálogo, empatia e o papel das mulheres na formação de comunidades de aprendizagem.

 

O que é liderança feminina na educação?

Liderança feminina na educação é a capacidade de conduzir comunidades escolares com visão pedagógica, diálogo, empatia, organização e construção coletiva do conhecimento, integrando pessoas, processos e propósitos educacionais.

 

Por que as mulheres ocupam um papel tão relevante na educação brasileira?

A presença histórica das mulheres na educação brasileira está relacionada à formação docente, ao cuidado pedagógico, à mediação de conflitos, à comunicação interpessoal e à construção de ambientes de aprendizagem mais colaborativos. Além disso, as escolas tornaram-se espaços onde competências como escuta ativa, acolhimento, colaboração, relacionamento humano e construção de consenso ganharam enorme relevância na gestão escolar contemporânea.

Liderança feminina na educação | O protagonismo das mulheres no setor educacional brasileiro

O que os números revelam sobre as mulheres na educação brasileira?

Os dados, por si só, já impressionam. Atualmente, a liderança feminina na educação é um dos fenômenos mais expressivos do mercado de trabalho brasileiro e, ao mesmo tempo, um dos menos reconhecidos com a atenção que merece.

E talvez poucas áreas revelem isso de maneira tão evidente quanto a educação.

De acordo com o Censo Escolar 2025, divulgado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), a presença feminina na educação brasileira é, simplesmente, extraordinária:

  • 81% dos docentes da Educação Básica são mulheres.

  • 77,5% dos professores do Ensino Fundamental (1º ao 9º ano) são mulheres.

  • 57,5% do corpo docente do Ensino Médio é composto por mulheres.

  • ~80% dos profissionais em cargos de direção e gestão escolar na Educação Básica são mulheres, em um universo de mais de 166 mil diretores.

  • 92,6% dessas diretoras e gestoras possuem formação superior, conforme a média nacional.

  • 2,4 milhões de docentes atuam na Educação Básica, distribuídos em 178,8 mil escolas, atendendo a 46 milhões de matrículas.

Esses números fazem da educação um dos setores com maior presença feminina no mercado de trabalho brasileiro. Sem dúvida, além de celebrado, isso também merece reflexão e compreensão.

Nota sobre os dados: o Censo Escolar 2025 priorizou, em sua divulgação inicial, os recortes de matrículas, tempo integral e infraestrutura. Por isso, até o momento, os percentuais desagregados de docentes por gênero e etapa de ensino mais recentes disponíveis publicamente são os índices de 81% na Educação Básica, 77,5% no Ensino Fundamental e 57,5% no Ensino Médio, por exemplo. Originários do Censo Escolar 2021, portanto, continuam sendo utilizados como referência até a publicação do resumo técnico completo do Censo 2025, prevista para 12 de maio de 2026.

Um paralelo revelador de uma realidade invertida

Enquanto na construção civil 87,6% dos trabalhadores assalariados são homens (IBGE), apenas 20,2% dos engenheiros registrados no Brasil são mulheres (Confea/Crea e Mútua), e nas áreas de STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática), apenas 35% dos profissionais no mundo são mulheres (Unesco).

Na educação, a realidade é invertida. Por isso, a liderança feminina na educação é um contraponto que merece reconhecimento.

Ou seja, enquanto muitos setores ainda discutem como ampliar a presença feminina em posições de liderança, as escolas brasileiras convivem diariamente com mulheres liderando processos pedagógicos, equipes, famílias, conflitos, decisões e relações humanas extremamente complexas.

Licença-paternidade

Quando o cuidado é de todos, a escola avança

No entanto, quero ser cuidadosa aqui: celebrar o protagonismo feminino na educação não significa invisibilizar os homens que também constroem esse setor. Pelo contrário, a ampliação da licença-paternidade é, justamente, um sinal de que essa participação masculina está sendo valorizada e incentivada.

Afinal, ampliar a participação paterna no cuidado, na presença e na formação das crianças fortalece toda a comunidade escolar. Nesse sentido, a ampliação gradual da licença-paternidade representa não apenas um avanço trabalhista, mas também uma mudança cultural relevante. E isso é bom para todas as pessoas: crianças, famílias e escolas.

Foi justamente ao refletir sobre liderança feminina na educação, cuidado, diálogo e construção coletiva que me veio à memória uma personagem histórica fascinante: Aspásia de Mileto.

Aspásia de Mileto

Aspásia e a arte de liderar

A história da liderança feminina na educação costuma ser contada a partir de modelos modernos de gestão. Contudo, algumas de suas lições mais interessantes podem estar muito mais distantes no tempo.

Na Atenas do século V a.C., enquanto filósofos discutiam política, ética e os rumos da cidade nas ágoras da Grécia Antiga, uma mulher reunia pensadores em sua própria casa para conversar sobre ideias. Seu nome era Aspásia de Mileto.

Em uma sociedade em que a participação feminina na vida pública era extremamente limitada, Aspásia conquistou respeito intelectual e influência em círculos que moldaram o pensamento ocidental. Segundo registros históricos, ela dialogava com figuras como Péricles e Sócrates, tornando-se conhecida por sua habilidade retórica, sua capacidade de argumentação e sua inteligência.

Alguns historiadores sugerem, inclusive, que Aspásia ensinava retórica e participava ativamente de debates filosóficos. Em outras palavras, ela não somente transitava entre grandes pensadores, mas também ajudava a formá-los.

Mais de dois mil anos depois, essa história continua a provocar reflexões extremamente atuais sobre liderança feminina na educação, gestão escolar, comunicação e sobre a capacidade de conectar pessoas em torno de ideias. Isso porque, ao observarmos o cotidiano das escolas brasileiras, percebemos algo muito significativo: a educação é profundamente marcada pela liderança feminina.

Em muitos aspectos, a liderança feminina na educação contemporânea ainda enfrenta desafios semelhantes aos de Aspásia: conquistar espaço, construir diálogo e transformar influência em desenvolvimento coletivo.

Ainda assim, quando falamos em liderança educacional, muitas vezes pensamos primeiro em modelos tradicionais de gestão: hierárquicos, centralizadores e pouco conectados à cultura pedagógica da escola. Talvez seja hora de revisitarmos esse conceito.

 

Liderança feminina na educação: muito mais do que gestão administrativa

Liderar uma escola exige muito mais do que apenas administrar processos. Percebo isso claramente ao conversar com diretoras e gestores escolares de mais de 1.500 escolas parceiras do supersistema Diário Escola, localizadas em diferentes regiões do Brasil.

Afinal, uma escola é uma comunidade viva, que envolve professores, estudantes, famílias, equipes administrativas, redes de ensino, legislações, expectativas sociais e, cada vez mais, demandas tecnológicas e pedagógicas complexas.

Nesse contexto, a liderança feminina na educação — assim como qualquer liderança escolar contemporânea — precisa articular diferentes dimensões simultaneamente:

  • visão pedagógica orientada para o desenvolvimento dos estudantes.

  • gestão de pessoas com empatia e clareza.

  • cultura organizacional que valorize o pertencimento.

  • tomada de decisão baseada em dados e evidências educacionais.

  • diálogo constante com toda a comunidade escolar.

  • equilíbrio entre gestão administrativa e relações humanas.

Além disso, nos últimos anos, tenho refletido bastante sobre como o uso inteligente da tecnologia contribui para uma liderança mais estratégica.

Ou seja, quando a tecnologia deixa de ser apenas uma ferramenta operacional e passa a apoiar decisões, comunicação e organização da escola, ela libera tempo e energia para o que mais importa: as pessoas e a aprendizagem.

A literatura educacional internacional reforça essa percepção. Pesquisas conduzidas por especialistas, como Kenneth Leithwood, mostram que a liderança escolar é o segundo fator intraescolar que mais impacta a aprendizagem dos estudantes, ficando atrás apenas da atuação do professor em sala de aula.

Em outras palavras, a liderança importa, e muito.

Liderança feminina na educação | O protagonismo das mulheres no setor educacional brasileiro

O que Aspásia ensina sobre liderança escolar?

Talvez a principal lição de Aspásia seja exatamente esta: a liderança feminina na educação não significa apenas ocupar um cargo de autoridade, mas sim criar ambientes capazes de estimular o pensamento, o diálogo e a construção coletiva do conhecimento.

Se olharmos com atenção para o cotidiano das escolas, perceberemos que muitas das características associadas a lideranças educacionais bem-sucedidas já fazem parte da prática diária de milhares de mulheres que atuam na educação brasileira. Liderar uma instituição de ensino exige:

  • escuta ativa e empatia genuínas.

  • sensibilidade e capacidade para compreender e mediar conflitos.

  • capacidade de construir consenso entre diferentes atores.

  • comunicação e diálogo constantes.

  • colaboração entre professores e equipes.

  • foco constante no desenvolvimento dos estudantes.

  • fortalecimento dos vínculos e do sentimento de pertencimento.

Não se trata de afirmar que essas competências pertençam exclusivamente às mulheres. No entanto, é inegável que a cultura educacional brasileira foi profundamente moldada por profissionais que aprenderam a liderar com diálogo, cuidado, cooperação e visão pedagógica. Em sua grande maioria, esses profissionais são mulheres, o que, sem dúvida, justifica falar em liderança feminina na educação.

Aliás, é exatamente nesse ponto que entra um elemento fundamental: mesmo sendo minoria nas salas de aula e nas direções das escolas, os homens que escolhem a educação como campo de atuação desempenham um papel igualmente valioso. Eles contribuem para a diversidade de perspectivas, para a construção de referências masculinas saudáveis dentro das escolas e para a desconstrução de estereótipos que, há décadas, afastam os homens do cuidado e da educação.

E talvez este seja um dos maiores ensinamentos das escolas: a liderança também é uma relação humana.

 

Liderança escolar: conexão, empatia e a arte do diálogo

Recentemente, ao ler os estudos da linguista e professora Deborah Tannen, encontrei um conceito que ajuda a compreender melhor esse tipo de liderança. Ela utiliza a expressão rapport talk para descrever uma forma de comunicação voltada à construção de conexão e relacionamento entre as pessoas.

Diferentemente do chamado “report talk”, que tem como objetivo transmitir informações, apresentar soluções ou demonstrar autoridade, o “rapport talk” busca criar vínculo, empatia e confiança. Ou seja, é o tipo de conversa que se constrói por meio da escuta genuína, da validação das experiências do outro e do interesse verdadeiro pelas pessoas.

Em uma escola, isso se manifesta em situações cotidianas muito simples. Por exemplo, quando uma professora diz:

"Hoje foi um dia difícil na sala de aula."

Certamente, uma resposta baseada apenas na solução pode ser imediata e objetiva. Entretanto, uma liderança que utiliza o rapport talk tende, primeiramente, a acolher:

"Imagino que tenha sido puxado… O que aconteceu?"

Segundo Deborah Tannen, líderes que cultivam esse tipo de comunicação costumam ter equipes mais abertas e menos defensivas, justamente porque as pessoas não sentem que estão sendo constantemente avaliadas.

Talvez seja por isso que, em muitas escolas, a liderança feminina na educação surja justamente dessa capacidade de articular pessoas em torno de um propósito comum: educar.

Essa reflexão também dialoga com temas cada vez mais presentes no debate educacional, tais como:

  • liderança.

  • diversidade.

  • inclusão.

  • saúde emocional.

  • cultura escolar.

  • pertencimento.

  • colaboração.

  • comunicação humanizada.

Sem dúvida, essas são dimensões fundamentais para construir comunidades escolares mais justas, colaborativas e capazes de acolher a pluralidade de estudantes e educadores.

Afinal:

"O verdadeiro diálogo não impõe ideias, ele constrói entendimento."

Liderança feminina na educação | O protagonismo das mulheres no setor educacional brasileiro

Liderar escolas em um mundo cada vez mais complexo

Ao mesmo tempo, o cenário educacional contemporâneo apresenta desafios inéditos.

Como resultado, as escolas enfrentam:

  • transformações tecnológicas aceleradas.

  • novas demandas das famílias.

  • mudanças curriculares.

  • excesso de informações.

  • crescimento das demandas emocionais.

  • necessidade de acompanhar os indicadores educacionais com maior precisão.

Nesse contexto, a liderança feminina na educação, assim como qualquer liderança escolar contemporânea, precisa sempre evoluir e incorporar novas competências:

  • interpretar dados educacionais com precisão e inteligência.

  • acompanhar indicadores de aprendizagem de forma proativa.

  • integrar tecnologia aos processos escolares de forma estratégica.

  • melhorar a comunicação com famílias e estudantes.

  • fortalecer a cultura de colaboração entre professores e equipes.

  • equilibrar inovação e relações humanas.

Esse movimento exige algo que, na tradição filosófica, sempre foi considerado essencial para quem lidera: a capacidade de equilibrar inteligência e sabedoria.

Inteligência para compreender a complexidade dos problemas. Sabedoria para tomar decisões que considerem pessoas, contextos e consequências. Sem dúvida, algo especialmente relevante quando pensamos na liderança feminina na educação.

 

Liderança escolar é, antes de tudo, uma questão de pessoas

Gostar de pessoas e observar o comportamento humano, entre tantos outros aspectos, bem me definem.

Meu nome é Raquel Tiburski. Sou diretora de Marketing, Vendas e RH do Diário Escola, um supersistema de gestão escolar desenvolvido para ajudar as escolas a organizar sua comunicação, seus processos e sua gestão de forma mais inteligente. Em outras palavras: fazer a educação melhor, aproximando as pessoas por meio do uso inteligente da tecnologia.

Por isso, observo com tanta atenção o cotidiano de diretoras e gestores escolares em todo o Brasil. Afinal, acredito que, quando a gestão se organiza, a instituição de ensino funciona melhor e que, quando a escola funciona melhor, toda a comunidade escolar ganha. Por isso, conecto meu olhar a cinco dimensões que considero inseparáveis:

  • gestão escolar integrada e orientada por dados.

  • formação docente contínua e contextualizada.

  • comunicação como integradora de toda a gestão escolar.

  • conexão entre escolas, estudantes e famílias.

  • uso inteligente da tecnologia a serviço das pessoas.

Nesse sentido, torna-se cada vez mais evidente que liderar escolas é uma tarefa profundamente complexa e, ao mesmo tempo, eminentemente humana.

Liderança feminina na educação | O protagonismo das mulheres no setor educacional brasileiro

O que Aspásia talvez reconhecesse nas escolas de hoje?

Se pudéssemos trazer Aspásia para visitar uma instituição de ensino contemporânea, talvez ela se surpreendesse com muitas coisas:

  • as salas de aula.

  • os indicadores educacionais.

  • a velocidade da comunicação.

  • o uso inteligente da tecnologia na educação.

  • as metodologias pedagógicas.

  • a liderança feminina na educação.

Possivelmente, ela não utilizaria essa expressão, mas é possível imaginar que suas conversas também fossem marcadas por algo muito próximo do que hoje chamamos de rapport talk: diálogos capazes de conectar pessoas, estimular o pensamento e formar novas lideranças.

No entanto, há algo que Aspásia certamente reconheceria nas diretoras, coordenadoras e professoras que lideram comunidades escolares todos os dias: a capacidade de reunir pessoas em torno de ideias, de promover reflexões e de formar novas gerações.

Afinal, isso transcende épocas, geografias e contextos. Essa é a essência da liderança feminina na educação e da verdadeira liderança, de modo geral.

E aqui está o paralelo mais bonito de todos: a licença-paternidade ampliada é também uma forma de a sociedade reconhecer que cuidar é um ato compartilhado, e que a escola começa em casa. E, além disso, que, quando os pais participam mais, as crianças ganham mais, e as mães também.

Porque a liderança mais transformadora, dentro ou fora das escolas, sempre foi aquela capaz de incluir, de dividir e multiplicar.

O ambiente escolar é um espaço de conexões.

O que a história pode nos ensinar sobre a liderança feminina na educação?

Creio que a história de Aspásia nos relembra que a liderança educacional não nasce apenas da autoridade formal, mas da capacidade de inspirar o pensamento, o diálogo e a construção coletiva do conhecimento. Talvez seja justamente isso que tantas mulheres ajudam a ensinar diariamente nas escolas brasileiras.

Afinal, liderar não significa apenas organizar processos, mas também criar ambientes capazes de:

  • conectar pessoas.

  • desenvolver o pensamento.

  • fortalecer relações.

  • acolher as diferenças.

  • formar novas gerações.

Em um mundo cada vez mais acelerado, tecnológico e complexo, as escolas têm muito a ensinar à própria sociedade sobre liderança, relacionamento humano e comunicação. Isso possivelmente explica por que tantas mulheres continuam ocupando um papel tão central na educação brasileira.

Porque, muitas vezes, liderar uma escola significa exatamente aquilo que Aspásia fazia há mais de dois mil anos: reunir pessoas para pensar juntas.

No fundo, talvez essa seja a essência transformadora da liderança feminina na educação: conectar pessoas em torno de um propósito comum.

O papel do supersistema Diário Escola

Sobre o supersistema Diário Escola e a liderança feminina na educação

supersistema Diário Escola é uma solução tecnológica desenvolvida para organizar, integrar e simplificar a gestão das escolas. Por isso, mais de 1.500 escolas parceiras em todo o Brasil utilizam o Diário Escola para centralizar comunicação, processos e decisões em um único lugar.

Assim, a liderança feminina na educação fortalece a gestão escolar, o relacionamento com as famílias e o uso inteligente da tecnologia nas escolas.

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Raquel Tiburski,

sócia-fundadora do supersistema Diário Escola

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